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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

MINHA COLUNA DESTA SEMANA DO JORNAL LÍDER DO VALE


DOIS PESOS, DUAS MEDIDAS?
Duas reportagens bastante interessantes na revista Veja da semana passada chamaram a minha atenção: A primeira trata das prisões de policiais, tanto civis quanto militares, no Estado do Rio de Janeiro, que levou o título de “A faxina só começou” e, para inicio de conversa, resumiu tudo afirmando que a prisão de policiais envolvidos com a bandidagem é o início de um processo que visa acabar com a promiscuidade e aumentar a eficiência do combate ao crime.
Vozes uníssonas falam que a polícia do Rio de janeiro é uma das mais corruptas do País e a operação denominada “guilhotina”, realizada pela Polícia Federal em conjunto com a Corregedoria da Segurança Pública do Estado, confirmou o que se diz, eis que culminou com a prisão de 31 agentes civis e militares, entre eles alguns da alta cúpula até então intocáveis.
Não tenho dúvida quanto à necessidade desta “limpeza” porque a sociedade não pode ficar exposta a policiais corruptos, agentes nos quais ela espera exatamente proteção e tutela. Na verdade sou simplista nesta questão. Não existe policial corrupto e sim um bandido valendo-se da estrutura estatal para perpetrar crimes. O policial, na sua essência, é honesto, austero e cumpre a lei e seus deveres e observa os princípios éticos que norteiam a sociedade.
Mas já que o que escrevemos acima nos traz esperanças vejamos a segunda reportagem, que tem a seguinte chamada: “ O Desembargador Luiz Zveiter, o novo Presidente do TRE do Rio, é acusado de usar o cargo para beneficiar o escritório  da família e fraudar concurso público. Na reportagem a revista diz que teve acesso aos processos que correm em segredo de justiça contra o magistrado e comentou que “os casos demonstram que, quando há um choque entre o que diz a lei e os interesses de Zveiter, quem sai perdendo é a Lei.”
Se quiserem se aprofundar leiam a revista,  mas o meu intuito era de alertar para as reportagens, ambas emblemáticas, e tenho a esperança de que, em ambos os casos, se efetivamente houve a corrupção, que as pessoas sejam punidas, independente da posição social que ocupem, pois se assim não o for a dita democracia neste País é uma mera falácia, fantasiada na mente dos idealistas.

Assista o Vídeo Institucional da Brigada Militar

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