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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Como comercial de margarina, por Mavis Rios*


     Cá pra nós, não sou puritana, mas quanta futilidade alguns sites ditos informativos têm espalhado pela internet. Vejo a intimidade das pessoas ser exposta como carne no açougue. Vejo "reportagens" de cunho sexual serem veiculadas como comercial de margarina. Se a tendência do momento for ter a intimidade sexual do outro escancarada diariamente diante dos meus olhos, concluo que passei do tempo. 
   Sinto-me fora do presente e presa a um passado de mais privacidade e elegância nas informações. 
    Senhores redatores, revejam com sensibilidade suas matérias impróprias, não necessitamos de suas imagens apelativas, de suas chamadas desesperadas por acessos.
    Falo por mim e pelas crianças que hoje acessam a internet, muitas ainda de fraldas.

* Major na Polícia Militar do Ceará

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