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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

NÃO É FÁCIL: Brigada Militar de Sapucaia do Sul prende homem por furto qualificado com antecedentes criminais por DANO, VIOLAÇÃO DE DOMICÍLIO (4X), FURTO/ARROMBAMENTO DE ESTABELECIMENTO COMERCIAL(3X), OUTROS FURTOS, FURTO QUALIFICADO (6X) e POSSE DE ENTORPECENTES.S


Em 20/12/2011,  aproximadamente às 20h00, policiais militares da Brigada Militar de Sapucaia do Sul foram acionados para atenderem uma ocorrência de furto qualificado, acontecido na Rua  Rua Francisca Silva 47, Bairro Silva, Sapucaia do Sul.
No local contataram com a vítima, que narrou aos policiais que um indivíduo furtou de sua residência uma bicicleta sundow, 18 marchas, e indicou o paradeiro do suspeito, pelo que os policiais diligenciaram e prenderam o suspeito – com antecedentes criminais por DANO, VIOLAÇÃO DE DOMICÍLIO (4X), FURTO/ARROMBAMENTO DE ESTABELECIMENTO COMERCIAL (3X), OUTROS FURTOS, FURTO QUALIFICADO (6X), POSSE DE ENTORPECENTES – e recuperaram a bicicleta.
Indivíduo detido encaminhado a DPPA para mais um registro em sua ficha e provavelmente restará solto em alguns dias para continuar seu costumeiro achaque as casas e casas comerciais dos cidadãos de bem.
VAIAS PARA OS LEGISLADORES QUE PROPORCIONAM ESTES BENEFÍCIOS PARA BANDIDOS E LARÁPIOS.

Brigada Militar de Sapucaia do Sul cumpre mandado de prisão contra homem com várias ocorrências de estupro e atentado violento ao pudor.


Em 19/12/2011,  aproximadamente às 18h55, policiais militares da agência de inteligência da Brigada Militar de Sapucaia do Sul deslocaram até uma residência na Avenida  João Pereira de Vargas, bairro Nova Sapucaia, Sapucaia do Sul, para cumprirem mandado de prisão contra um homem – com antecedentes criminais por PRISÃO POR CUMPRIMENTO DE MANDADO, (2x)   AMEAÇA,  ESTUPRO,  ATENTADO VIOLENTO AO PUDOR, ESTUPRO – INCESTUOSO (praticado contra parente) – que foi localizado, preso e encaminhado ao sistema prisional.

Comandante da Brigada Militar de Gravataí (17º BPM)diz que policiais paranaenses cometeram pelo menos duas falhas no episódio da morte de sargento.



Zero Hora - Homicídio em Gravataí  21/12/2011

Segundo Dirceu Lopes, independentemente de quem tomou a iniciativa na abordagem, houve erro técnico e erro de jurisdição


Polícia investiga evidências do homicídio no local do crime, em Gravataí
Foto: Marcelo Oliveira
Eduardo Torres

eduardo.torres@diariogaucho.com.br


Para o comandante do 17º Batalhão de Polícia Militar (BPM), tenente-coronel Dirceu Lopes, pelo menos duas falhas resultaram na morte do sargento da Brigada Militar (BM) Ariel da Silva, alvejado por disparos de policiais civis paranaenses em Gravataí na madrugada desta quarta-feira.

Segundo Lopes, houve erro de jurisdição — porque os policiais paranaenses estavam em operação no Rio Grande do Sul sem fazer contato com a polícia gaúcha — e erro de técnica, que desencadeou uma abordagem desastrosa, independentemente de quem tenha agido primeiro.

— Momentos antes do crime acontecer, os policiais paranaenses chegaram a passar por viaturas da Brigada Militar e mesmo assim não comunicaram que estavam em operação — afirmou o tenente-coronel.

O chefe da Polícia Civil, delegado Ranolfo Vieira Júnior, também confirmou que os policiais do Paraná não informaram sobre suas atividades a qualquer autoridade policial local.

Evidências encontradas no local onde o sargento foi morto contrariam a versão dos autores dos disparos, três policiais civis do Paraná que trabalhavam em uma investigação no Rio Grande do Sul.

Segundo a Brigada Militar, marcas de tiros encontradas em paredes de estabelecimentos comerciais na Avenida Planaltina, que aparentemente partiram do local onde estava o carro dos policiais paranaenses, indicam que houve mais disparos do que disseram os policiais civis na versão apresentada sobre a morte do sargento. Os policiais alegam que reagiram a uma abordagem do brigadiano, que estava de folga e à paisana.

Justiça decreta prisão preventiva de policiais civis paranaenses que mataram sargento da Brigada Militar de Gravataí.



Correio do Povo - 21/12/2011 15:46

Justiça decreta prisão de policiais paranaenses
Agentes são suspeitos de matar um sargento da Brigada Militar em Gravataí


Os policiais paranaenses suspeitos de matar o sargendo da Brigada Militar (BM) Ariel da Silva na madrugada desta quarta-feira, em Gravataí, tiveram prisão decretada pela Justiça. O Ministério Público (MP) acatou o pedido da Promotoria de Justiça Criminal de Gravataí e determinou a prisão temporária de três agentes.

O promotor de Justiça André Luís Dal Molin Flores sustenta que “pelo histórico da ocorrência policial e gravidade do fato, há sérios indícios de que os policiais civis do Paraná não possuíam autorização para estar na cidade, não apresentaram argumentos convincentes sobre o episódio, e, possivelmente, tenham deturpado a seu favor os acontecimentos”. 

O pedido de prisão dos suspeitos também ressalta que “o episódio deveria ser objeto da lavratura do auto de prisão em flagrante, deixando a cargo do Poder Judiciário decidir sobre a prisão preventiva ou não dos policiais civis do estado do Paraná”. A prisão temporária dos suspeitos foi determinada pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Gravataí.

Tiro que matou sargento foi de submetralhadora

O sargento Ariel da Silva foi morto com o disparo de uma submetralhadora calibre .40, confirmou nesta tarde o chefe de Polícia Ranolfo Vieira Júnior. As primeiras informações deram conta que um fuzil em poder dos policiais paranaenses havia sido utilizado, o que não se confirmou, disse o delegado. A arma calibre 556, a submetralhadora e as pistolas dos agentes foram apreendidas.

Perícia pode identificar quem atirou primeiro

A perícia tenta identificar quem atirou primeiro e em que circunstâncias ocorreram os disparos. Não há câmeras na região do confronto. Foi comprovado que o policial gaúcho, de folga, disparou. Uma bala da arma dele ficou alojada no banco traseiro do carro usado pelos paranaenses, contou Ranolfo. Pela posição do corpo no chão e outras evidências do local em que ocorreu o tiroteio, a perícia pode descobrir quem atirou primeiro, explica o chefe de polícia. 

Polícia Civil do Paraná divulga nota

O Departamento da Polícia Civil do Paraná divulgou nesta quarta-feira nota oficial na qual lamenta “o fato que resultou na morte de um sargento da Brigada Militar do Rio Grande do Sul”. A nota diz que uma equipe do Grupo Tático Integrado de Grupos de Repressão Especial (Tigre) foi deslocada ao Estado para investigar uma quadrilha que praticaria extorsão mediante sequestro. 

Investigação de sequestro

As polícias civis (PC) do Paraná e do Rio Grande do Sul revelaram estar investigando o cativeiro para onde foram levados dois empresários paranaenses, sequestrados em data não divulgada. A suspeita é de que a dupla, que não teve identidade nem ramo de atuação no mercado revelados, esteja em Gravataí, na região Metropolitana. Os três policiais paranaenses chegaram por volta da meia-noite desta quarta ao Estado para investigar o caso.

Além do titular da 2ª delegacia de Gravataí, Roland Short, o delegado regional metropolitano Leonel Carivalli trabalha na investigação dos crimes. Uma equipe paranaense veio nesta manhã ao Rio Grande do Sul para acompanhar o caso. A suspeita é que os sequestradores pertençam a uma quadrilha do Paraná, da qual gaúchos fazem parte.

Entenda o caso 

O 1º sargento do serviço de inteligência da Brigada Militar Ariel da Silva foi atingido por cinco disparos de fuzil por volta da 1h30min desta quarta-feira, em Gravataí. O policial militar estava de folga quando teria trocado tiros com policiais civis do Paraná. Os agentes teriam dito que pensaram se tratar de um assalto. 

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

TJ considera inconstitucional reforma da previdência do Estado

Derrota do Piratini - 19/12/2011
TJ considera inconstitucional reforma da previdência do Estado
Piratini terá de devolver valor descontado acima de 11% dos servidores que ganham mais de R$ 3.689,66


Por unanimidade, o pleno do Tribunal de Justiça do Estado (TJ) julgou inconstitucional a lei de iniciativa do Piratini que aumentou de 11% para 14% a contribuição previdenciária dos servidores estaduais que recebem salário superior a R$ 3.689,66. Dos 25 membros do órgão, 23 compareceram à sessão desta segunda-feira.

A liminar do TJ foi baseada em dois argumentos: o aumento da alíquota daria um caráter confiscatório ao sistema tributário, e teria caráter de progressividade (os redutores que devolveriam parte dos descontos aos servidores que ganham abaixo do teto implicariam em tributações diferentes para diferentes grupos de funcionários públicos), o que é vedado pela Constituição Federal.

O governo do Estado terá de devolver, aos servidores que tiveram desconto de 14% nas folhas de pagamento de novembro e do 13° salário, o valor descontado acima dos 11%.

Se o Piratini ingressar com recurso contra a liminar, não haverá efeito suspensivo sobre a decisão do TJ.


ZERO HORA


Brigada Militar prende (É, MAIS UM) homem procurado pela justiça.

Em 18/12/2011, aproximadamente as 23h10, policiais militares da agência de inteligência da Brigada Militar de Sapucaia do Sul, após ações de inteligência em um endereço na rua Beija-flor, bairro Colina Verde, em Sapucaia do Sul, abordaram indivíduo, que foi identificado -  com antecedentes criminais por FUGA DE PRESO E ROUBO A PEDESTRE, AMEAÇA  -  e que tinha em seu desfavor mandado de prisão, pelo que foi preso e encaminhado a  DPPA de Canoas, para após ser reencaminhado ao sistema prisional.

Brigada Militar de Sapucaia do Sul prende homem por tráfico de drogas e apreende 60 pedras de crack e dinheiro.

Droga (crack) e dinheiro apreendidos com o traficante.

Em 18/12/2011, aproximadamente as 22h00, policiais militares da agência de inteligência da Brigada Militar de Sapucaia do Sul, após ações de vigilância na RS 118, km 02, Bairro Primor, Sapucaia do Sul, por denúncia de tráfico de drogas, constataram a prática criminosa por um homem, que foi abordado e identificado – com antecedentes por FURTO EM RESIDÊNCIA – e na busca pessoa foi encontrado na posse do suspeito  60 pedras de Crack e R$45,60 em dinheiro, pelo que foi preso em flagrante delito por tráfico de drogas e encaminhado a DPPA de Canoas, para a lavratura do flagrante.

Assista o Vídeo Institucional da Brigada Militar

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BM de Sapucaia do Sul auxilia Exército na instrução de preparação para a missão da paz da ONU