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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Brigada Militar de Sapucaia do Sul e Associação de Policiais Militares Danilo Wolff realizam jogo de futebol.

Em pé: Everson, Régis, Eu, Minuzzi
AGachados: Ferrari, Jaques, Fortes, Almada



Na noite de ontem a Brigada Militar de Sapucaia e a Associação de Policiais Militares Danilo Wolff realizaram uma partida de futebol, às 2030 h,  na sede da GP Sul Esporte Center,  situado na Avenida Justino Camboim, bairro Jardim América.
Na oportunidade o comando do 33º BPM inaugurou seu uniforme novo para o jogo, na cor vermelha, doado pela liga de futebol amador de Sapucaia do Sul.
O evento contou com cerca de 40 pessoas entre militares, familiares e amigos.
Nossa atividade de policia,  muitas vezes toma nosso tempo e  a tensão natural neste serviço atrai o estresse. Eventos como este permitem que possamos relaxar e conversar sobre assuntos variados, além da prática de atividade física, que nos ajuda no nosso trabalho já que diminuímos o estresse”.
Equipe da Associação Danilo Wolff
Sgt Minuzzi, Eu, Sgt Almada,
Sgt Santos e Ten Jaques

O soldado Gerson Luiz presidente da Associação de Policiais Militares Danilo Wolff salienta: “buscamos, desde que foi criada a associação, a união entre todos os militares de Sapucaia do Sul, independentemente de posto ou graduação, acho que estamos no rumo certo. Agora nosso próximo passo será a criação da comissão de Direitos Humanos para policiais que em breve estará funcionado não só para defender os direitos dos policiais militares, mas também para promover os Direitos Humanos como sendo nosso aliado”.
A partida terminou com o seguinte resultado: Brigada Militar de Sapucaia do Sul 11 gols; Associação de Policiais Militares 02.

"SANTOS" NA POLÍCIA: UM COLEGA MAJOR COMPARTILHOU COMIGO E COMPARTILHO COM VOCÊS.

“SANTOS” NA POLÍCIA
João Ubaldo Ribeiro

 A respeito da polícia, costumamos agir da mesma forma que em relação a outros grupos ou categorias. Quando falamos mal dos políticos - e não é que não tenhamos razão, é outro aspecto do problema -, costumamos descrevê-los como se eles não se originassem de nós mesmos, o povo brasileiro. Como já disse aqui algumas vezes, não são marcianos, são gente como nós, a maior parte dos quais com biografias semelhantes às nossas. Aprendemos uma espécie de defesa automática, para exorcizar o grau de responsabilidade que cada um de nós tem, quer queira ou quer não, e usamos logo a terceira pessoa: os políticos brasileiros fazem isso ou aquilo, os funcionários públicos idem, idem, e assim por diante, nada conosco.
  Essa síndrome da terceira pessoa talvez fosse fenômeno merecedor de um estudo sociológico, com perdão da má palavra. Nunca somos nós, sempre são eles. E isso acontece das formas mais surpreendentes. Já saí andando com um amigo ou outro, para pegar o carro dele e nos queixando o tempo todo do comportamento dos motoristas que se julgam, por exemplo, no direito de atropelar quem quer que atravesse a rua com o sinal fechado ou cometa o que ele considere uma imprudência. O amigo diz o diabo dos motoristas até entrar no carro, ocasião em que, instantaneamente, os pedestres deixam de ser nós para serem eles. E, ao volante, faz tudo o que acabava de condenar com tanta veemência. Da mesma forma se comporta quem, quando é cliente, é tratada aos pontapés, e quando é servidor, também trata o cliente aos pontapés.
  Com a polícia, o comportamento não é diverso. A polícia são "eles", nunca nós. Não são homens e mulheres nascidos e criados da mesma maneira que outros brasileiros, são "eles". Claro que nunca defendi (e, aliás, não estou defendendo nada, são somente uns pontos de vista que quero expor) a brutalidade, a ineficiência ou a corrupção na polícia, nem tampouco encaro os marginais como gente fina que esta vida cruel levou ao crime, enquanto ignoro as mortes, o sacrifício e o heroísmo de muitos policiais - prática, infelizmente comum, na imprensa e em certos grupos de opinião.
  Nos últimos dias, tem havido uma cobertura intensiva do crescente número de policiais mortos simplesmente porque carregam uma carteira funcional, ou vestem um uniforme. Foi polícia, tiro nele. E, porque são "eles", encaramos suas mortes como algo alheio a nós e já ouvi até gente discursando para que se aja assim, porque afinal "essa polícia merece mesmo isso", é o troco que está recebendo por não servir bem ou maltratar o cidadão.
  FICO IMAGINANDO A VIDA DE UM POLICIAL HONESTO e, com toda a certeza, independentemente de alguma vocação, não a quereria para mim ou para ninguém em cujo destino pudesse influenciar. Agora policiais, mal pagos, mal preparados e vergonhosamente equipados convivem, ainda por cima, com a condenação à morte a que estão sujeitos, simplesmente por exercerem a profissão. E não só a condenação deles mesmos, mas também de suas famílias, da mulher aos filhos de colo. Vários deles, num ato impensável em qualquer país civilizado, mandam tirar carteiras de alguma outra profissão, para carregá-las nos bolsos quando estão de folga e assim escapar da "vingança" dos marginais. Outros escondem dos vizinhos e dos próprios filhos sua condição de policial.
 E, ao que tudo indica, estamos achando isso tudo normal. Policial é policial, não só "ganha pra isso" como não é gente como nós, não tem medo, não tem fraquezas, não é sujeito a inveja, ressentimento, frustração, neurose ou até estresse. Executivo de multinacional tem estresse, dona-de-casa tem estresse, jornalista tem estresse, mas policial não, é moleza subir morro enfrentando armas de última geração e a hostilidade dos que sofrem com isso. Naturalmente, nada justifica atrocidades, brutalidade, venalidade, cumplicidade com criminosos - o que muitos policiais praticam e continuam praticando. Mas, se está muito longe de justificar, está muitíssimo perto de explicar.
  Que queremos na polícia? Santos? No País em que vivemos, somente santos com vocação ao martírio seriam os policiais que desejamos. Temos o direito de querer contar com uma polícia eficiente, atuante e respeitada pela comunidade, assim como temos o direito de exigir (apesar de nunca obtermos) mais ou menos as mesmas coisas de todas as autoridades. Hoje em dia, um policial manda um carro encostar a fim de que alguma suspeita seja verificada e é logo recebido à bala. No entanto, se se aproximasse de nosso carro um policial já de arma na mão, abriríamos um berreiro no jornal, pois cidadão não é criminoso presumido, para ser abordado por um policial de arma em punho.
 Verdade, mas que faríamos, no lugar desse policial? Pimenta no dos outros é sempre refresco e conheço gente que responderia - e o que é pior, sinceramente - que, se fosse policial, se comportaria como os americanos dos seriados de tevê. (Descubra o que acontece a um "cop killer", matador de policiais, em Nova Iorque e sua opinião seria um pouco abalada).
  Ouso discordar. A maioria de nós que fosse levada à condição de policial agiria até bem pior do que aqueles que critica. Bastariam uns meses, ou nem tanto, convivendo com a corrupção, que vem de cima e de todos os lados, a iniqüidade, a desonestidade de parceiros, a grana curta, a execração da imprensa e do público (e quem é o primeiro a oferecer uma cervejinha ao guarda de trânsito, para ele esquecer a infração, não somos nós? quem chegou primeiro, o ovo ou a galinha?), o medo de morrer ou encontrar a família morta e tanta nojeira e pavor em que o policial é obrigado a chafurdar.
 Mas não, nós queremos santos, iguais a nós, povo pacífico, cordato, incorruptível e respeitador da lei. Não temos um plano de segurança pública merecedor desse nome, negligenciamos a polícia, de que só lembramos para criticar, queremos que ela se lixe e também queremos que, em troca disso, seja exemplar. Quer dizer, queremos santidade. Não me considero exceção pessoal. Também tenho medo da polícia e também me horrorizo com muito do que ela faz. Acho que temos uma polícia que pode ser qualificada de ruim ou péssima. Mas também não acho que melhor qualificativo pode ser dado a nós como um todo, com a possível exceção de alguns padres, frades, freiras, pastores ou rabinos.
  Chato lembrar, mas a nossa polícia também somos nós, não foi o Diabo que a criou; fomos e continuamos sendo nós.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

DE CADA 10 PRESOS QUE SAEM DO PRESÍDIO, 07 RETORNAM PARA O CRIME.

Reportagem: Vanessa Gonçalves.
Central Band de Jornalismo
31/01/2011  16h42

Se o mercado de trabalho é difícil para as pessoas de ficha limpa, para quem tem antecedentes criminais é muito pior.
O reincidente em crimes de furto, Roger Moreira Souza relata as dificuldades encontradas por quem sai do presídio.
“Experimenta tirar uma ficha, uma folha corrida para emprego e ali constar que fulano de tal já tem antecedentes por tal crime. Quando puxarem a tua ficha e verem que tu tem um passado já não vão mais te olhar com os mesmos olhos”.
A dificuldade para ingressar no mercado de trabalho caminha junto com as tentações de retorno à prática criminal. Assim se completa o ciclo vicioso do crime. Para evitar que esse ciclo continue acontecendo, é necessário criar vagas em presídios e aprimorar o sistema carcerário, mas ao mesmo tempo investir em educação, em trabalho, em cidadania. Essas são as convicções do juiz da vara de execuções criminais, Alexandre Pacheco.
“Tem que investir em políticas públicas como saúde, educação, saneamento básico, moradia e emprego. A maioria tem problemas sérios de família, pai e mãe ausente, é preciso dar assistência para essas pessoas”.
Para o representante do Movimento de Justiça e direitos humanos, Jair Krischke os governantes estão criando políticas de segurança pública de Governo e não de Estado, assim, não há continuidade nos projetos.
“O número de reincidência é incrível. O Estado precisa tomar uma atitude drástica, caso contrário o Estado gasta com os apenados e nada muda. As políticas de segurança pública se entrelaçam com o social e são de longo prazo. Eu não vejo governante com coragem de fazer, só vejo publicidade”.
O custo para agir na conseqüência é sempre maior do que o custo para agir na prevenção. Um exemplo disso é o valor necessário para manter um jovem na Fundação de Assistência Sócio Educativa, a Fase: São 48 mil reais por ano. Sete vezes mais do que manter um jovem na escola que é de 6 mil reais por ano. O secretário de segurança pública do Rio Grande do Sul, Airton Michels explica o que as forças de segurança do Estado podem fazer no combate ao crime desde a origem do problema.
"Uma secretaria de segurança pode pegar um território violento e transformar num território de paz. Primeiro de forma repressiva, tirando a violência, combatendo o tráfico de drogas e depois o Estado tem que entrar lá, com educação, com cultura, com lazer”.
Medidas simples podem atenuar o problema. Um exemplo disso é a separação dos presos perigosos dos menos violentos para que esses não sejam recrutados. A superintendência dos serviços penitenciários resolveu tomar essa medida agora, segundo o responsável pelo órgão, Gelson Treiesleben.
“Nós vamos combater essa questão de falta de vagas no sistema penitenciário, mas paralelamente a isso estamos trabalhando com a questão da individualização, essa é uma das nossas políticas”.
Uma notícia boa para os gaúchos é que o RS tem um saldo positivo em relação ao restante do país, mesmo com as dificuldades de reinserção dos ex apenados no mercado de trabalho. A média gaúcha de presos que trabalham fora das prisões é de 17 % enquanto a média do país é de 3 %. Daniel Santos de 37 anos, saiu há 8 anos da prisão. Depois de passar algumas dificuldades no cárcere, ele ingressou numa faculdade e hoje trabalha. Daniel conta que é preciso ter persistência.
“Não adianta vim me dizer não deu certo que fulano pegou no meu pé. No meu pé pegaram vários, precisa ter perseverança e muita força de vontade, depende de cada um, o que cada um quer para a sua vida depois do cárcere”.
O juiz da vara de execuções criminais, Alexandre Pacheco, aponta que a sociedade também precisa colaborar. Não apenas empregando presos, mas também repensando segurança pública e se desprendendo de preconceitos.
“A própria sociedade dá a sua contrapartida negativa, todas as cidades produzem criminosos, mas a maioria não quer ter casas prisionais, querem literalmente jogar a sujeira para debaixo do tapete”.
Com isso, a pergunta que fica é: O que cada um de nós está fazendo para agravar ou atenuar os problemas da segurança pública?

PRESO, PELA BRIGADA MILITAR DE SAPUCAIA DO SUL, INDIVÍDUO POR FURTO QUALIFICADO EM VEÍCULO.

Materais apreendidos com o suspeito
Em 01/02/2011, por volta das 12:30 h, policiais militares de Sapucaia do Sul, quando no policiamento de rotina, no processo a pé, na Av. Sapucaia, nº 2000, Centro, Sapucaia do Sul, flagraram o suspeito ALEXANDRE DA COSTA  -  com antecedentes criminais por DANO e POSSE DE ENTORPECENTE – no interior do veículo Chevette, placas IFE 2591. O suspeito já furtara do veículo da vítima e levava para outro veículo os seguintes bens: 01 CD veicular marca PIONEER, 01 CD veicular marca BUSTER, 01 par de auto-falantes, 01 alicate, 01 estepe e  01 chave de fenda. 
Materais apreendidos com o suspeito
Na carteira do suspeito também foram encontrados 02 cigarros de maconha e uma trouxinha de cocaína.
Indivíduo preso em flagrante por furto qualificado e encaminhado para a polícia civil.

BRIGADA MILITAR DE SAPUCAIA DO SUL APREENDE 34 MÁQUINAS CAÇA-NIQUEIS.

Em 31/01/11, aproximadamente às 20:20 h, na Rua Dois Irmãos, número 400, bairro Primor, cidade de Sapucaia do sul, policiais militares do Pelotão de Operações Especiais de Sapucaia do Sul abordaram o estabelecimento Comercial “Mercado Ceni” e encontraram 26 máquinas de caça-níqueis em funcionamento. Lavrou-se, contra o responsável pelo estabelecimento, que já possui antecedentes por exploração de jogos de azar, um Termo Circunstanciado por exploração de jogos de azar e aprendeu-se as  máquinas caça-níqueis.
Na mesma data, em torno de 22:00 h,  na Rua 25 Julho,  número 365, bairro Vila Vargas, cidade de Sapucaia do Sul, os policiais encontraram   08 máquinas de caça-níqueis em funcionamento. Apreendeu-se as máquinas e o responsável pelo estabelecimento também  teve lavrado contra si um Termo Circunstanciado e responderá pela contravenção de exploração de jogos de azar.

Assista o Vídeo Institucional da Brigada Militar

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BM de Sapucaia do Sul auxilia Exército na instrução de preparação para a missão da paz da ONU