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sábado, 7 de abril de 2012

Brigada Militar de Sapucaia do Sul apreende pela quinta vez adolescente por tráfico de drogas - A sexta vez, com certeza acontecerá muito em breve, e a sétima, oitava...É A LEI GENTE!!!!

Drogas (crack, maconha e cocaína), dinheiro e outros materiais
apreendidos com a adolescente.

Em 06/04/2012,  aproximadamente às 23h20, policiais militares da  agência de inteligência da Brigada Militar de Sapucaia do Sul, em razão de denúncia, dirigiram-se até a Travessa Espírito Santo, Bairro Pasqualini, Sapucaia do Sul, aonde, após diligências, abordaram uma adolescente de 14anos de idade – que foi identificada e com antecedentes criminais por  (4X) POSSE DE ENTORPECENTES e (3X) TRÁFICO DE ENTORPECENTES – e com a adolescente foi  encontrado 01 balança de precisão, 39 pedras de crack, 01 bucha de cocaína pesando 05 gramas,01 bucha de maconha pesando 04 gramas, 01 papel para fechar cigarro, 01 lamina de barbear e a quantia de R$ 42.05 em dinheiro.
A adolescente foi apreendida em flagrante delito e conduzida  a , 2ª DP de Sapucaia do Sul.
Este é conceito da justiça retributiva. Não interessa quantas vezes se pratique crimes, pois o correto é que a pessoa sempre tem recuperação. Esta adolescente pelo visto não tem mais jeito, mas como a legislação permite que ela trafique a vontade, RESTA A POLÍCIA MUITO TRABALHO, E AO CIDADÃO DE BEM RECLAMAR DA POLÍCIA, POIS PARA A JUSTIÇA E PARA OS LEGISLADORES, PELO EXEMPLO ACIMA, IGUAL A MUITOS, PERCEBE-SE QUE NÃO ADIANTA MUITO.
E VAMOS EM FRENTE PARA APREENDER A ADOLESCENTE, OU PELA QUINTA OCORRÊNCIA DE POSSE DE ENTORPECENTES OU PELA QUINTA DE TRÁFICO DE DROGAS (A ACIMA FOI A QUARTA).

Brigada Militar de Sapucaia do Sul prende jovem e adolescente por roubo a pedestre acontecido em Esteio.


Revólver, faca e outros materiais apreendidos com a dupla de
assaltantes.
Fonte: Brigada Militar de Sapucaia do Sul
Na noite de 05 de abril de 2012, aproximadamente às 22h40, na Rua Mem de Sá, Bairro Primor, na cidade de Sapucaia do Sul, policiais militares do Pelotão de Operações Especiais (POE) da Brigada Militar de Sapucaia do Sul realizaram a prisão de um jovem de 19 anos e de uma adolescente com 17 anos, depois que estes efetuaram um roubo a pedestre na cidade de Esteio.
            Os policiais receberam informações de que tripulantes de uma motocicleta Honda Strada, azul, teriam realizado um roubo a pedestre na rua Walt Disney, no Centro de Esteio.
Ação Policial de Prisão de um dos suspeitos.
Fonte: Brigada Militar de Sapucaia do Sul
            A vítima, também uma adolescente de 17 anos, caminhava pela via pública quando a motocicleta parou ao seu lado e os tripulantes armados anunciaram o assalto e subtraíram uma mochila com cadernos, uma corrente de prata e um celular da marca Sony Ericson.
          Depois de verificado o endereço do proprietário da motocicleta os Policiais do POE deslocaram em diligência, chegando no local avistaram a referida motocicleta no pátio. Diante do flagrante os policiais deram voz de prisão ao jovem adulto e de apreensão ao adolescente. . Com um deles foi encontrado um revólver calibre 32 e uma faca de caça, bem com os pertences roubados.

Foram encaminhados ao DPPA de Canoas para a lavratura do auto de prisão em flagrante delito por roubo.

terça-feira, 3 de abril de 2012

Relações Espúrias - Editorial de Zero Hora sobre o caso do Senador Demóstenes Torres

Zero Hora - 03 de abril de 2012

EDITORIAIS
RELAÇÕES ESPÚRIAS

Acuado por uma avalanche de fatos comprometedores expostos pela divulgação de trechos de centenas de escutas telefônicas de conversas mantidas com Carlos Augusto de Almeida Ramos – conhecido na área de exploração ilegal de jogos de azar como Carlinhos Cachoeira –, o senador Demóstenes Torres (DEM-GO) choca os brasileiros pelo fato de, até agora, ter posado de paladino da ética. A alegação de não saber mais quem é o Demóstenes, feita na última semana, reforça as suspeitas de que, no plenário do Senado e fora dele, vinha pautando sua atuação por uma dissociação entre o discurso e a prática. Quando a máscara caiu, pela força das evidências, o desencanto acabou afetando não apenas os senadores que, por corporativismo ou pela crença na retidão moral do colega, se solidarizaram com ele diante das primeiras denúncias, mas também os eleitores e a própria atividade política. O desfecho do caso irá demonstrar se, mais uma vez, a democracia está preparada para extirpar e punir este tipo de deformação.

Em quase dois séculos de história, o Senado só se mostrou capaz até hoje de cassar um único integrante – o senador Luiz Estevão de Oliveira (PMDB-DF), sob a acusação de ter mentido a seus pares. Ainda recentemente, quando sua imagem seguia associada à moralidade, o político goiano defendeu que os destinos da nação não podem ser geridos por quem não tem “conduta adequada à dignidade das relevantes funções públicas”. Confrontado com as primeiras ilações de atuar como lobista de interesses ligados à contravenção, o senador negou tudo. As gravações, porém, mostram que, em troca de favores, teria recebido do contraventor – a quem chamava de “professor” e por quem era tratado como “doutor” – uma série de vantagens financeiras. Entre elas, estão desde presentes dispendiosos até pagamento de viagem de táxi aéreo.

A única razão para consolo entre os eleitores, diante das estarrecedoras denúncias envolvendo o senador goiano com a contravenção, é a particularidade de as instituições estarem agindo com rigor no enfrentamento do caso. Na semana passada, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura de inquérito para apurar as denúncias feitas pela Polícia Federal. O ministro do STF Ricardo Lewandowski autorizou a quebra de sigilo bancário do denunciado. No Senado, o PSOL entrou com representação no Conselho de Ética, que está sem presidente. O DEM, que, a exemplo do PT no passado, transformou as denúncias de corrupção em governos aos quais se opõe em uma de suas bandeiras, busca uma saída o menos desgastante possível.

Lamentavelmente, ao invés de rechaçar as denúncias com argumentos convincentes, a defesa do político tem insistido na tese de que as provas, baseadas em grande parte em escutas telefônicas, são nulas. O Senado, a política e a democracia sairiam fortalecidos se pudessem enfrentar com o rigor da lei um caso tão inaceitável pela sociedade como o do político goiano.

Inocência Estuprada: Artigo que versa sobre, a meu juízo, absurda decisão da "Justiça."

ARTIGO - Zero Hora - 03 de abril de 2012

Inocência estuprada, por José Carlos Sturza de Moraes*



É lugar-comum no Brasil, inclusive nos tribunais, que têm na Justiça antes um ofício do que uma conduta ética, a condenação de vítimas como se fossem algozes. Parte-se do pressuposto de que a vitimação é culpa de quem a sofreu. Como no senso comum: “Se aconteceu, alguma coisa fez para provocar”.

Três meninas de 12 anos foram pagas para serviços sexuais de um adulto. No julgamento do caso no Superior Tribunal de Justiça, em Brasília, o adulto réu foi absolvido, como nos julgamentos em tribunais anteriores. No argumento da defesa, acatado pela segunda mais alta corte do Poder Judiciário brasileiro, disse-se que as garotas “já se dedicavam à prática de atividades sexuais desde longa data”. Isso: 12 anos e garotas. Se dedicavam a isso há muito tempo. Com 12, dedicavam-se há muito tempo. Desde os sete, cinco anos? Uma normalidade? Algo presumivelmente comum e tranquilo?

De agora em diante, no início desta segunda década do século 21, estamos pacificados pela Justiça! Crianças que tenham de se vender, por qualquer motivo, para práticas sexuais de adultos, são garotas ou garotos de programa. Se existe paga e não há violência física (também argumento acatado no STJ), não há mais crime. Revoguem-se os compromissos internacionais assumidos pelo Brasil na área de proteção à criança e dos direitos humanos! Suprimam-se do Estatuto da Criança e do Adolescente todas as referências à proteção especial e revoguem-se todos os planos nacionais, estaduais e municipais de combate à exploração sexual de crianças e adolescentes!

Que pacificação é essa? Que decisões são essas? Que normalização social é essa, que não preserva nem as crianças, que permite adultos que querem fazer sexo com crianças o façam, que – em última instância – acaba por instituir a legalidade da pedofilia no Brasil?

Parafraseando o professor Paulo Freire, “o mundo não é, o mundo está sendo”, e, portanto, temos que interferir nessa realidade. A Secretaria de Direitos Humanos, outros órgãos e entidades civis estão se pronunciando, mas também cabe a cada cidadão um posicionamento. Uma reflexão ante essa realidade de aparente banalização do mal, da violência social e institucional de um Estado que historicamente tem menosprezado o direito à dignidade de quem não faz parte de algumas cortes.

Para a Copa do Mundo, flexibilizamos a bebida nos estádios e outros mimos para a Fifa, agora só faltam os cartazes do Brasil abrindo-se para o turismo sexual infantojuvenil, só advertindo o turista.

Procure saber se a criança já está “na vida” há bastante tempo...

Notem: “flexibilizamos” inclui-nos a todos(as)! Pois “quem cala consente”0

!*PROFESSOR

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Exemplo a ser seguido pelo Senador Demóstenes Torres (embora, segundo indícios, o Senador tenha feito algo muito pior):Presidente da Hungria renuncia após ser acusado de plágio em tese universitária.

Extraido do Jornal VS On line.

Hungria - O presidente da Hungria, Pál Schmitt, anunciou sua renúncia nesta segunda-feira diante do Parlamento depois de ser acusado de plagiar sua tese de doutorado.

O escândalo veio à tona após a revista HVG ter divulgado em janeiro que grande parte da tese do presidente teria sido copiada de diversas fontes. Depois de averiguar as tais denúncias, a Universidade de Medicina "Semmelweis" de Budapeste decidiu cancelar o título de doutor de Schmitt na última quinta-feira.

Em seu discurso, Schmitt assegurou que decidiu renunciar porque seu caso acabou dividindo a opinião pública e um presidente tem que "simbolizar a unidade da nação".

"Diante desta situação, me sinto na obrigação de terminar meu serviço e renunciar meu mandato presidencial", declarou Schimitt.

O ex-presidente da Hungria criticou a comissão que decidiu tirar seu título e afirmou que os mesmos tomaram essa decisão sem conhecer sua postura. Antes de finalizar, Schimitt ainda anunciou que apelará essa decisão e levará o caso até os Tribunais.

Em comunicado divulgado anteriormente, a Universidade comunicou que uma grande parte da pesquisa do agora ex-presidente consistiu na tradução literal de outras fontes, que, por sinal, não constavam nas notas do trabalho acadêmico.

Sob o título "Análise do programa dos Jogos Olímpicos modernos", a tese foi aprovada em 1992, 18 anos antes de Schmitt assumir o cargo de presidente da Hungria apoiado pelo governante e conservador partido Fidesz.

Durante sua Presidência, Schimitt apoiou a política do primeiro-ministro, Viktor Orbán, e aprovou algumas polêmicas leis contra liberdade de imprensa e a separação de poderes, ambas criticadas amplamente pela União Europeia e pelos Estados Unidos.

Segundo a legislação húngara, o Parlamento possui um mês para escolher o novo presidente do país

Assista o Vídeo Institucional da Brigada Militar

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