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quarta-feira, 6 de abril de 2011

NÚMEROS, NÚMEROS, NÚMEROS. OS NÚMEROS DA IMPUNIDADE. Coluna do jornal Líder do Vale desta semana.


Ouço reclamos permanentes de pessoas quanto aos furtos e arrombamentos na Cidade. Eu reflito a respeito e me pergunto como pode a indagação existir se verifico que os policiais do Batalhão estão a prender ladrões e arrombadores?
Diante disto solicitei a minha  Agência de Inteligência o quanto tínhamos de prisões por prática de furto em Sapucaia do Sul nos primeiros meses de 2011.
Surpreendi-me com o resultado que me foi apresentado: Dos quarenta presos por furtos (simples, qualificados e arrombamentos) pela Brigada Militar de Sapucaia do Sul, neste ano de 2011, 37 (TRINTA E SETE) ESTÃO EM LIBERDADE.
Mas este dado não é o mais surpreendente. Caro leitor, por gentileza sente-se, pois vais precisar estar sentado quando eu revelar quantas vezes a polícia prendeu somente estas 40 pessoas. Preparado? Não duvides do que vais ler e tenha boa saúde para seguir adiante, pois o dado é aterrador.
Pois bem, a polícia prendeu estas 40 pessoas 313 (TREZENTAS E TREZE) VEZES. Isto mesmo cidadão de bem. Estes quarenta delinqüentes, somadas as suas prisões, foram detidos pela polícia cometendo os mais diversos delitos por mais de trezentas vezes.
Neste universo de 40 pessoas criminosas temos os seguintes números: 06 foram presos 01 vez, 07 foram 02 vezes, 05 foram 03 vezes, 02 foram 04 vezes. 02 foram 06 vezes,  01 foi 08 vezes, 02 foram 09 vezes, 03 foram 10 vezes, 02 foram 13 vezes, 02 foram 14 vezes, 02 foram 15 vezes, 01 foi por 16 vezes, 01 foi por 17 vezes, 01 foi por 19 vezes, 01 foi por 23 vezes e 01 por 25 vezes.
Não tenho dúvida que, desta forma, a polícia, tanto civil quanto militar, terá muito trabalho e poucas explicações a fornecer aos cidadãos que nos perguntam porque ocorrem tantos furtos em Sapucaia do Sul.
ISTO TEM QUE MUDAR.
REAJA SOCIEDADE.
Ronie de Oliveira Coimbra
Major – Cmt do 33º BPM de Sapucaia do Sul

e-mail: Coimbra@brigadamilitar.rs.gov.br
Twitter: @roniecoimbra
Facebook: roniecoimbra

BRIGADA MILITAR DE SAPUCAIA DO SUL RECAPTURA MAIS OUTRO FORAGIDO DO SISTEMA PRISIONAL


Prisão do Foragido

Na data de 05/04/2010, por volta das 16:30 h, policiais militares da Agência de Inteligência da Brigada Militar de Sapucaia do Sul, quando de apuração de uma denúncia, abordaram e prenderam indivíduo foragido do sistema prisional, com antecedentes criminais por FURTO EM VEÍCULO E ROUBO A PEDESTRE, o qual foi reconduzido ao presídio.

BRIGADA MILITAR DE SAPUCAIA DO SUL PRENDE HOMEM POR RECEPTAR CELULAR ROUBADO.


Prisão do suspeito de receptação

No dia de 05/04/2010, por volta das 09:00 H, policiais militares da Brigada Militar de Sapucaia do Sul (33º BPM) abordaram indivíduo suspeito de furtos e roubos na Cidade. Na busca foi localizado um aparelho de telefone celular Nokia,  modelo 2220 de cor rosa. Ao ser indagado sobre a procedência do telefone alegou ter ganho de sua namorada.
Um dos policiais desconfiado legou para o registro que estava salvo como “amor” e a pessoa que atendeu narrou que sua namorada fora assaltada e o celular fora roubado.
O suspeito recebeu voz de prisão em flagrante delito por receptação de objeto roubado e encaminhado para a Delegacia, onde lavrou-se o flagrante.
O celular e a quantia de R$ 371,00 , em dinheiro, foi apreendida.

terça-feira, 5 de abril de 2011

2ª REUNIÃO DO CONSELHO DE SEGURANÇA ESCOLAR DE SAPUCAIA DO SUL OCORRE DIA 06/04/2011

     Amanhã, dia 06/04/2011, às 14:00 h, está prevista a realização da 2ª Reunião do Conselho de Segurança Escolar de Sapucaia do Sul, na Escola Estadual Guianuba, situada na Rua Djalma Sassi, 561, Sapucaia do Sul.
      Convoco todos os Conselheiros e pessoas que possam contribuir para o processo de aperfeiçoamento da segurança das comunidades escolares.
       Compareça e participe.

       Major Coimbra      

segunda-feira, 4 de abril de 2011

EIS UM DOS MOTIVOS QUE FAZ A BRIGADA MILITAR DE SAPUCAIA DO SUL SE EMPENHAR TANTO PARA RECAPTURAR FORAGIDOS.

Crime em Cunha 03/04/11, 15:02Morte de irmãs põe em xeque saída temporária de presos
Na última semana, o noticiário sobre assassinato de duas adolescentes em Cunha, município paulista a 225 quilômetros da capital, trouxe à tona a dificuldade do estado de administrar o sistema prisional brasileiro. Ananias dos Santos, 27 anos, principal suspeito de ter cometido o crime, já era foragido da polícia há dois anos por não ter voltado à prisão após uma saída temporária que lhe havia sido concedida. Para especialistas ouvidos pelo site de VEJA, houve pelo menos uma falha do governo, que culminou na tragédia: a falta de critérios para liberar os presos, a ausência de fiscalização dos que saem ou a lentidão da polícia para encontrar fugitivos - talvez as três juntas.
Na páscoa de 2009, Ananias dos Santos, preso por roubo, formação de quadrilha, porte ilegal de armas e constrangimento ilegal, recebeu da Justiça o benefício da saída temporária. De acordo com a Lei de Execução Penal, a possibilidade é dada a condenados que cumprem pena em regime semi-aberto, por prazo máximo de sete dias, até seis vezes ao ano: no Natal/Ano Novo, na Páscoa, no Dia das Mães, no Dia dos Pais e no Dia de Finados – em alguns casos, também no Dia das Crianças. Para poder sair, o preso deve ter bom comportamento e autorização de um juiz. 
Em 2010, houve 107.848 saídas temporárias de presos no estado de São Paulo. Desses, 6,3%, ou seja, 6.800, não voltaram. Não é possível, porém, saber quantos deles já foram recapturados porque o governo estadual não tem um controle específico desses dados. Para Luiz Flávio Gomes, jurista e cientista criminal, o problema começa aí. “Se o sujeito saiu e não voltou, a polícia deveria priorizar a busca. Ele não é só um suspeito, é condenado, já cometeu crimes e obviamente pode vir a cometer outros. Com o furo da polícia de não recapturar os foragidos, vemos como o estado está funcionando mal”, critica. 
O caso - Após sair da prisão, Santos foi morar com os pais na zona rural de Cunha, a 93 quilômetros de Tremembé, onde fica o Presídio Edgar Magalhães Noronha, em que ele estava detido. Era vizinho das vítimas, irmãs que tinham 15 e 16 anos, e cortava a grama da família. De acordo com a polícia, o suspeito teria se apaixonado pela caçula e, possivelmente para não criar problemas com a namorada, suspeita de ser cúmplice do crime, matou as adolescentes. “Ele não ter sido capturado antes dos assassinatos, depois de dois anos foragido, é um dado muito preocupante, ainda mais ao saber que ele estava com os pais na mesma região em que estava preso”, destaca a professora de Direito Penal da Universidade de Brasília (UnB), Beatriz Vargas.
Santos chegou a ajudar a família a procurar as meninas e pediu ao pai delas que guardasse uma arma. “Os corpos delas foram encontrados na segunda-feira (28), após cinco dias desaparecidas, a sete quilômetros de casa, numa mata fechada em avançado estado de decomposição, ambas com marcas de tiros na cabeça e no peito”, relata a delegada da seccional de Guaratinguetá, Sandra Vergal, que investiga o caso. Quando se tornou o principal suspeito dos assassinatos, Santos fugiu novamente. Nesta última quinta, seu nome foi incluído na lista das 25 pessoas mais procuradas pela polícia de São Paulo. O pedido de prisão temporária foi concedido pela Justiça, mas ele ainda não foi encontrado. 
Para os especialistas, a concessão da saída temporária em si não é um problema, pelo contrário. “Ela aproxima o preso de uma vida social, é um princípio humanitário que o possibilita de estar próximo da família nos momentos em que as famílias se reúnem”, comenta Beatriz Vargas. A grande questão é como e a quem esse benefício está sendo concedido e de que forma vigiar os presos que saem.
Segundo Luiz Flávio Gomes, esse benefício existe em todo o mundo, inclusive em países muito desenvolvidos. Na Espanha, por exemplo, o retorno dos presos após os feriados é de 100%. Ele explica que lá acontece o que falta aqui. “Antes de poder sair, o preso passa por acompanhamento de psicólogos e assistentes sociais que auxiliam o juiz na decisão”, destaca. “Já a prisão brasileira é uma jaula anticivilizatória, não tem trabalho, treinamento, educação ou religião e os juízes concedem as saídas à batelada, no automático, sem analisar caso a caso.”
Para resolver - A solução, segundo Gomes, seria tornar mais rígidos os critérios para o benefício e monitorar com tornozeleiras eletrônicas quem sai, por exemplo. O mecanismo foi autorizado pela lei 12.258, aprovada e sancionada em junho de 2010, para casos de saída temporária, regime aberto e prisão domiciliar. No entanto, pouquíssimos estados já conseguiram colocar o sistema em teste. São Paulo foi um dos primeiros. No feriado de Natal e Ano Novo, 3.944 presos saíram com a tornozeleira e o efeito foi relativamente positivo. Entre os 23.629 que saíram, 7,1% não voltaram. Entre os que estavam monitorados, porém, o índice de fuga foi de 5,7%.
De acordo com a Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo, a implantação do sistema eletrônico - ainda que 64 tornozeleiras tenham sido quebradas pelos fugitivos - teve impacto no controle das saídas. No final do ano passado, assim que o governo anunciou que usaria o mecanismo, centenas de detentos procuraram a administração dos presídios onde cumprem pena para mudar os endereços mentirosos que eles haviam informado para um onde eles realmente seriam encontrados. 
Para o juiz auxiliar da presidência do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que atua na área de monitoramento do sistema carcerário, Márcio Fraga, a utilização da tornozeleira não vai evitar que casos como o de Ananias dos Santos aconteçam. “Ele quebrou uma confiança que era depositada nele e essa quebra de confiança é inerente ao próprio sistema”, lamenta. “Mas esse mecanismo, sem dúvida, garante uma fiscalização mais segura.”

ESTA VALE MUITO A PENA POSTAR

04/03
2011
‘ Sirvam nossas façanhas, de modelo a toda terra…’
Arnaldo Jabor sobre o RS

Pois é.
O Brasil tem milhões de brasileiros que gastam sua energia distribuindo ressentimentos passivos.
Olham o escândalo na televisão e exclamam ‘que horror’.
Sabem do roubo do político e falam ‘que vergonha’.
Vêem a fila de aposentados ao sol e comentam ‘que absurdo’.
Assistem a uma quase pornografia no programa dominical de televisão e dizem ‘que baixaria’.
Assustam-se com os ataques dos criminosos e choram ‘que medo’. E pronto!
Pois acho que precisamos de uma transição ‘neste país’.
Do ressentimento passivo à participação ativa’.
Pois recentemente estive em Porto Alegre, onde pude apreciar atitudes com as quais não estou acostumado, paulista/paulistano que sou.
Um regionalismo que simplesmente não existe na São Paulo que, sendo de todos, não é de ninguém.. No Rio Grande do Sul, palestrando num evento do Sindirádio, uma surpresa:
Abriram com o Hino Nacional.
Todos em pé, cantando.
Em seguida, o apresentador anunciou o Hino do Estado do Rio Grande do Sul.
Fiquei curioso. Como seria o hino?
Começa a tocar e, para minha surpresa, todo mundo cantando a letra!

‘Como a aurora precursora /
do farol da divindade, /
foi o vinte de setembro /
o precursor da liberdade ‘

Em seguida um casal, sentado do meu lado, prepara um chimarrão.
Com garrafa de água quente e tudo.
E oferece aos que estão em volta.
Durante o evento, a cuia passa de mão em mão, até para mim eles oferecem.
E eu fico pasmo. Todos colocando a boca na bomba, mesmo pessoas que não se conhecem. Aquilo cria um espírito de comunidade ao qual eu, paulista, não estou acostumado.
Desde que saí de Bauru, nos anos setenta, não sei mais o que é ‘comunidade’.
Fiquei imaginando quem é que sabe cantar o hino de São Paulo.
Aliás, você sabia que São Paulo tem hino? Pois é…
Foi então que me deu um estalo.
Sabe como é que os ‘ressentimentos passivos’ se transformarão em participação ativa?
De onde virá o grito de ‘basta’ contra os escândalos, a corrupção e o deboche que tomaram conta do Brasil?
De São Paulo é que não será.
Esse grito exige consciência coletiva, algo que há muito não existe em São Paulo.
Os paulistas perderam a capacidade de mobilização. Não têm mais interesse por sair às ruas contra a corrupção.
São Paulo é um grande campo de refugiados, sem personalidade, sem cultura própria, sem ‘liga’.
Cada um por si e o todo que se dane.
E isso é até compreensível numa cidade com 12 milhões de habitantes.
Penso que o grito – se vier – só poderá partir das comunidades que ainda têm essa ‘liga’.
A mesma que eu vi em Porto Alegre.
Algo me diz que mais uma vez os gaúchos é que levantarão a bandeira. Que buscarão em suas raízes a indignação que não se encontra mais em São Paulo.
Que venham, pois. Com orgulho me juntarei a eles.
De minha parte, eu acrescentaria, ainda:

‘…Sirvam nossas façanhas, de modelo a toda Terra..."

domingo, 3 de abril de 2011

BRIGADA MILITAR DE SAPUCAIA DO SUL FECHA - NOVAMENTE - ESTABELECIMENTO QUE EXPLORAVA JOGO DO BINGO.


Material do bingo apreendido
pelos policiais

Na tarde de 02/04/2011, por volta das 16:30 h, na Av Maua 5788, foi fechado estabelecimento que explorava ilegalmente jogos de azar- Bingo de Cartela.
Três pessoas tiveram contra si a lavratura de Termos Circunstanciados e aprendeu-se no local 93 bolas numeradas, 2.800 cartelas e a quantia de R$ 178,00.

Local do Bingo

Ação Policial
PARA AQUELES QUE PENSAM QUE É UM INOCENTE JOGO DE BINGO, ACOMPANHEM A MATÉRIA QUE ESTÁ SENDO VEÍCULADA NA MÍDIA SOBRE A MÁFIA DOS JOGOS DE AZAR QUE NARRA PESSOAS SENDO AMEAÇADAS E INCLUSIVE UMA SE SUICIDANDO POR NÃO SUPORTAR A PRESSÃO DOS BANDIDOS QUE QUEREM GANHAR COM O JOGO ILEGAL.

Assista o Vídeo Institucional da Brigada Militar

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BM de Sapucaia do Sul auxilia Exército na instrução de preparação para a missão da paz da ONU